Cátia Horsts e Leonardo Milner apresentaram soluções em gestão de pessoas para o segmento médico-hospitalar

Gestão de Pessoas é dor do segmento médico-hospitalar

Estivemos na Medical Fair em São Paulo, junto com a Milmedic, gestora de ecossistemas hospitalares, para anunciar a RHOPEN Saúde. Trata-se de uma plataforma que une o know-how da RHOPEN com a capilaridade da Milmedic para levar soluções de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal (DP) para a gestão de pessoas no segmento de saúde, contemplando hospitais, clínicas e laboratórios, com a proposta de solucionar questões específicas e urgentes desse segmento.

Desafios da Gestão em Saúde

Por ela ser um dos setores que mais amargaram perdas financeiras e pessoais durante a pandemia da Covid-19, os especialistas das duas companhias – RHOPEN e Milmedic – apontaram a relevância do olhar estratégico na gestão de pessoas para a sustentabilidade do plano de ação de hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios.

“No segmento médico, atualmente, há imensos desafios tecnológicos, logísticos, entre outros. Mas nenhum é maior que o desafio envolvendo gente. E, inclusive, gente que toma conta de gente”, declarou Cátia Horsts, CEO da Rhopen. “Durante a pandemia, o setor médico e hospitalar sofreu como nenhum outro com afastamentos por doenças, tanto a Covid-19 como distúrbios emocionais. Isso chegou a sobrecarregar até mesmo o backoffice dos departamentos pessoais, que também sofreu baixas em afastamentos e demissões por esgotamento físico e mental. No final das contas, quem cuida das pessoas que cuidam de pessoas?”, provocou.

De acordo com a executiva, se em tempos normais dificilmente há uma folha de pagamento sem erros, em épocas atípicas isso se acentua. “Há sempre custos a mais, mesmo mínimos, e inclusive encargos trabalhistas que são negligenciados. Por conta de sistemas mal parametrizados, equipes sobrecarregadas, centavos a mais lançados na folha ou um encargo trabalhista que não é considerado por alguma falha, esses pequenos deslizes acabam custando milhões para as empresas”, destacou a executiva.

A CEO ainda pontuou a importância das áreas de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal (DP) estarem sincronizadas para que os processos funcionem de forma ideal, além de mitigar riscos de perdas, inclusive financeiras. “Não adianta meu RH estar organizado, com todas as políticas de gente funcionando perfeitamente, se meu DP não roda de forma estruturada. Se um dos dois apresentam deficiência, isso deve ser revisto o quanto antes para evitar perdas. Isso é primordial para o bom funcionamento do plano de ação das empresas”, finalizou Cátia.

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